Bom
dia,
Boa
tarde,
Boa
noite,
Agora que os leitores foram devidamente apresentados
à campanha finalmente poderei fazer os resumos na íntegra, já estamos na sessão
18, a segunda saga iniciou-se na sessão 17, então vamos lá.
Na sessão 17 eles seguiram jornada,
enfrentaram alguns orcs, e no fim foram emboscados por velhos inimigos,
Garr-bosh e Rakunda, depois dum combate fervoroso conseguiram matar Rakunda,
Garr-bosh foi derrotado.
Sessão 18 – A caçada
continua – 29/10/2016
Depois dum combate que pareceu levar
anos Garr-bosh e Rakunda foram sobrepujados, mas do lado vitoriosa a situação
também não estava fácil, Shura jazia caído, com uma flecha crava em seu coração
com sangue que não parava de minar, Chico estava atrás dos demais com a varinha
para poder cura-los, Arthas segurava com firmeza o escudo e a espada, Lorak
estava ao fundo próximo a Chico, olhava com cautela para o inimigo, ao menor
sinal de hostilidade estava pronto para atacar, Conaan estava ao lado de
Temeros, ainda não sabia o que pensar daquilo tudo, jamais participara de
tamanho embate, apenas agia como seus instintos mandavam, derrote os inimigos
depois pense no que esta acontecendo, e Temeros estava cara a cara com o seu
algoz, ele fez um corte muito profundo em seu peito, fundo o suficiente para
quebrar a armadura.
Enquanto todos o olhavam, os segundos
pareciam horas, o som da armadura trincando e caindo no chão quebrou o encanto
daquele momento que parecia uma fotografia bizarra dum embate sangrento, o orc
se engasgava com seu próprio sangue, provavelmente o pulmão fora cortado, ele
começou a cambalear sem forças até que ele falou quase que engasgado, “vocês
cometeram um grande engano... Desgraçados...” Lorak não pensou duas vezes,
disparou duas flechas antes que qualquer um pudesse sequer piscas, as flechas
foram certeiras, porem linhas negras saíram do corte no peito de Garr-bosh e
defletiram as flechas, todos se espantaram com aquela visão estranha e
grotesca, as linhas que pareciam veias negras com vida própria se sacudiam dum
lado para o outro, enquanto rasgava as vestes do dono da ferida, quando a
camisa foi rasgada notaram um símbolo pintado a sangue no peito dele, um símbolo
parecido com o que Temeros tinha, Conaan e Temeros o atacaram conjuntamente mas
foi inútil, as veias pútridas o protegeu de ambos os ataques, a pancada fez
apenas ele recuar, enquanto ele se contorcia de dor chifres saíram de sua testa
e asas de morcego rasgaram suas costas, uma visão que parecia sair do próprio
inferno ou abismo.
Garr-bosh urrava de dor, enquanto algo m
seu interior buscava liberdade rasgando o casulo, em meio aos gritos de dor e o
cheiro pútrido que emanava uma luz dourada surgia, ao olharem perceberam que a
luz surgia de Shura.
Pós mortum
Um corredor, o chão, as paredes e o teto
eram feitos de carne, Shura caminha com medo do que estava por vir, temia o pior,
enquanto caminhava percebia pinturas penduradas na parede, todas mostravam ele
mesmo em momentos de glória, a cada novo quadro que surgia seu aspecto perdia o
brilho, a glória, a por fim se tornou decadente, podre. Aquilo o incomodava
bastante, depois de caminhar mais um pouco ele chegou ao fim, tudo o que havia
era um mar de magma, ele parou, olhou aquela vastidão e percebeu centenas de
outros infelizes que saltavam para o fogo, ele ponderou um pouco e percebeu,
estava no inferno, o que ele mais temia aconteceu, mesmo dedicando sua vida a
bondade ele nunca largou o orgulho, sempre se colocou em um lugar a cima dos
demais, fechou os olhos por alguns instantes e deu meia volta, foi então que
percebeu que não estava sozinho, algo estava nas sombras do corredor, vindo em
seu caminho, nunca havia sentido tamanho medo, o que vinha então disse: “sua
alma dará um escravo formidável, tamanho orgulho”, a criatura continual a si aproximar,
e a cada passo que se aproximava parecia que o chão puxava Shura, ele não
resistil e um joelho foi ao chão, lutava para manter a cabeã erguida, e gritou “jamais
me curvarei para baixa criatura como a ti monstro!”, um sorriso surgiu,
- “Tolo insolente, você não passa de
alimento para nós, ajoelhe-se escravo”
-“Nunca!” Shura bradou, mas foi inútil,
seu segundo joelho tocou o chão e sua cabeça descia em seguida.
-“Heironeus esta comigo monstro, não
temo a ninguém!”.
Uma luz branca surge ao redor de Shura,
e ele finalmente fica livre, ergue-se, olha nos olhos a criatura e sorri, a
entidade se enfurece com o sorriso e sai das sombras, se mostrando um ser
humanoide, de extrema beleza, cabelos cumpridos sedosos e prateados, orelhas
pontudas como de elfos, e um sobre tudo preto de vestimenta, garras nas pontas
dos dedos e uma katana gigante embainhada, este ser atacou Shura com suas
garras, uma mão segurou em seu pescoço e quando foi desferir o ataque com sua
outra mão sua vitima desapareceu, urrou de fúria mas ninguém ouviu.
Campo de batalha
Todos olham espantados enquanto o
guerreiro sagrado se levanta, a flecha estava cravada em seu coração é expelida
sem que ele a toque, uma luz dourada emana de seu corpo se contrapondo a
energia maligna emanada pelo inimigo em comum, ainda com os olhos fechados
Shura se vê diante de seu pastor, que o pergunta:
-“por que ainda queres lutar? Ainda
pretendes defender seu orgulho?”
Ele pensa no que realmente esta em seu
coração e responde, “Luto, pois sou um héroi”.
-“O que significa ser um herói?”.
-“Significa acreditar numa esperança dum
mundo melhor, acreditar nos indivíduos mesmo quando ninguém mais acredite,
significa lutar por um ideal de bondade e nobreza, significa superar o impossível
para melhorar este mundo”.
-“Pois bem Shura, filho de Dorg, seja um
héroi!”
Ele abre os olhos lentamente e percebe
que todos ao seu redor estão prestando atenção nele, um leve sorriso brota,
então ele grita: “GARR-BOSH, DESISTA, TEREI MISERICORDIA DE TI,”. Um urro rouco
responde “MATAREI TODOS OS HUMANOS, CADA UM DELES, NÃO PRECISO DE CLEMENCIA,
AAAAARRGH!”.
Ele então dispara uma flecha que erra e
depois foge, se agarranda nas arvores com suas recém desenvolvidas garras e
depois alça võo.
-“Arthas, comande o perímetro, eu vou atrás
dele.”
Arthas confirma, asas plumadas surgem
das costas de Shura por entre frestas estrategicamente posicionadas na
armadura, ele corre salta e começa a voar, eles logo sobem acima da copa das
arvores e uma perseguição aérea se inicia, alguns gritos ininteligíveis surgem
do fugitivo enquanto ele dispara flechas sem precisão, o perseguidor cita
algumas orações e um brilho surge em seu corpo, ele investe num ataque aéreo e
desfere um ataque com sua espada com tamanha precisão e força que além de
derrubar seu inimido arranca-lhe uma asa, porem percebe que não estava com
todas as energias, e a consciência começa a falhar enquanto cai nas arvores.
-“Vocês ouviram, Lorak trace um perímetro,
veja se restou algum lacaio, os demais fiquem atentos”. Disse Arthas passando
as instruções do que fazer a seguir, Lorak confirmou como um soldado e foi
averiguar, assim que verificou o campo de batalha, vários orc mortos, uma troll
gigante derrubada e a cabeça sumira, ele procurou um pouco e não encontrou,
informou os demais, que não entenderam com qual propósito levaram a cabeça
dela, mas o mais importante é que estavam todos bem.
Com o tempo decidiram seguir o caminho
que Shura partira e acabaram encontrando-o preso em cipós inconsciente, o
resgataram e decidiram descansar, voltaram para um lugarejo passaram a noite e
voltaram a viagem, passaram quatro dias e quando já estavam saindo da zona de
floresta densa e indo para uma zona de planície uma sombra passou por eles e ao
longe avistaram uma ave gigante que passou por cima deles, no inicio acharam
normal, mas a ave gigante fez uma curva aberta e começou a descer na direção
deles, de imediatos todos começaram a se armar. A medida que a criatura se
aproximava eles iam notando os detalhes, era grande talvez 4 metros de altura,
asas cumpridas com escamas e penas, uma bocarra grande que lembra um hubrido de
bico com uma bocarra de crocodilo, esquemas revestem o corpo como pele e tufos
de penas como roupas, garras poderosas pisoteiam o chão, e por fim uma calda de
escorpião completa esta abominação, lembra um dragão com características de pássaro.
O mais assustados não foi essa espécie de
dragão se aproximando, e sim o fato de ter alguém montando tamanha besta, todos
forçavam a visão na tentativa de identificar o cavaleiro, mas só perceberam
quando estavam próximos, era Ivon Drago o irmão de Shura.
-Não pode ser, é mesmo você Ivon”.
Gritou Shura
Quando se aproximou um pouco mais ele
respondeu, -“Claro que sim seu tolo, quem mais poderia ser?”.
-“O que aconteceu contigo, você
desapareceu”. Continuou com o dialogo
-“Finalmente descobri uma forma de ter
poder e a minha montanha de dinheiro”. Ele gargalho, “Estou a serviço de
Darth-lethor, por enquanto, mas logo que ele não for mais útil o descartarei”.
-“Então é isto, viraste um lacaio? Eu não
posso acreditar em tamanha asneira”. Gritou Shura com lagrimas nos olhos.
-“Você mudou meu irmão, não costumava falar
tanto, mas enfim, não me importo, vocês atrapalham os planos de Darth-lethor,
parem com esta jornada tola ou terei que matar cada um de vocês”.
A criatura parou de se aproximar e
continuaram com o dialogo.
“Ivon, sou teu irmão, não posso acreditar
que segues este vilão, ele é o responsável pela morte de Breskar, Azorgue e
Classios, lembra-se?!”.
“Shura meu querido irmão, se eles
morreram a culpa foi somente deles mesmos, por serem fracos, por isto luto para
aumentar meu poder, não serei morto, nunca.”
Shura apertou o punho, olhou para baixo
e pensou.
Os demais ficaram atentos a qualquer
movimentação, mas não sabiam o que falar naquela ocasião, que mesmo conflitante,
familiar. Ivon desceu de sua montaria, era alto, robusto, musculatura firme e
definida, alto, cabelos vermelhos como fogo espetados, garras, presas, armadura
vermelha reluzente, uma capa também vermelha dançava ao vento, um escudo
pendurado na coxa direita e uma katana embainhada na coxa esquerda.
“Eu não quero lutar contra ti meu irmão”.
Disse Shura sem levantar a cabeça.
“Não tens escolha, e não me chame de
irmão”. Respondeu-o
“O que acontece agora, mais um combate
sem sentido” disse Shura com um tom baixo e pesaroso.
“HA! Claro, o que mais poderia ser?
Somos guerreiros, é isso que fazemos, lutamos, saque suas armas e me enfrente,
quero te derrotar num duelo e mostrar o quão superior sou”. Disse Ivon com um
sorriso no rosto.
“E se eu vencer Ivon?”.
“Isso deveria ser óbvio, deixo vocês em
paz, mas isso não vai acontecer”.
“aceito seu desafio”. E finalmente Shura
levanta a cebeça e olha nos olhos de seu antigo companheiro de combate.
Os dois começam a se afastar dos demais,
para poderem lutar sem interrupções, ficam a 15 metros um do outro, Ivon sorri
e fala:
-“Darei um motivo a mais para lutar
sério, Fúria da tempestade, ataque estes vermes”. A criatura solta um rugido
pronta executar a ordem.
-“Ivon seu desgraçado. Deixe-os fora
disto, esta luta é nossa”.
-“Apenas estou te dando algo pelo que
lutar, é simples, me derrote rápido e eles não se machucam, uma tarefa fácil
para o grande Shura não é? HAHAHAHA!”.
-“Desgraçado! Vou te derrotar e mostrar
que estas engando, IVON!”
Os outros combatentes se prontificam
contra o dragão e Temeros fala:
-“Já estava ficando preocupado, achei
que Shura fosse ficar com toda a diversão, HÁ! Sorte a nossa que este tal de
Ivon trouxe um amigo”.
-”Meu amigo Temeros, precisamos apenas
resistir enquanto o capitão Shura resolve este confronto familiar”.
-“Não me faça rir cachinhos dourados,
nunca enfrentei um monstro como este, penso mais em atacar que me defender”. Bradou
a jovem selvagem olhando nos olhos do perigo com um sorriso nos lábios.
-“Sábia que eu gostei dela? Vamos la!”. Disse
Temeros para finalizar o clímax.
Pessoal é isto, este é o conto da
campanha 18 – a caçada continua, no dia 05/11/2016 estarei mestrando a campanha
19 – laços quebrados, assim que possível postarei a narração do jogo, espero
que tenham gostado e não esqueçam, qualquer erro me desculpem e me corrijam nos
comentários, duvidas podem perguntar, próxima semana pretendo postar as
historias dos NPCs importantes, eeee acho que é isso...
Vejo vocês pelos encontros aleatórios da
vida.
See Yaa
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