História de personagem
Rakunda, A poderosa
Indigestão?
Bom dia,
Boa tarde,
Boa noite,
Antes de mais nada gostaria de falar que a formatação ta FOD**, não sei o motivo mas não ta ficando como quero, ta muito bugado o local por onde posto, espero que não continue com esse problema, só para tem noção, só para espaçar antes de cada paragrafo foi um enorme sufoco, enfim a postagem atrasada, espero que gostem
Mais uma vez
atrasado, achei que por conta da universidade esta de féria eu teria mais
tempo, mas as coisas ainda andam muito corridas, mas independente disso
permita-me utilizar dum provérbio já utilizado, antes tarde do que nunca.
Hoje contarei a
historia dum outro personagem, a historia deste é inédita até para os próprios
jogadores, esta personagem é Rakunda, A poderosa. E aqui vamos nós...
A vida na
floresta é difícil, é matar ou morrer, todos os dias uma luta pela
sobrevivência, todos os dias você dorme sem saber se vai acordar, e acorda sem
saber se irá voltar a dormir, uma vida difícil, mas simples, aqueles que vivem
na floresta não almejam grandes conquistas, um almoço ou uma janta já está de
bom grado, mas há aqueles que querem mais que comida, que sonham mais alto.
Rakunda queria
mais que comer e dormir, ela queria ser reconhecida pelo que ela realmente era,
a mais poderosa de suas terras, matava e comia qualquer aventureiro tolo que
ousasse adentrar em seu território, o único lugar que Rakunda temia era um
fosso gigantescamente profundo, as vezes de lá saiam mortos-vivos, Rakunda não
gostava de mortos-vivos, afinal apesar dela comer quase qualquer coisa
mortos-vivos não estava no seu cardápio, não eram grande ameaça, mas conseguiam
feder mais que Rakunda.
Um dia Rakunda
recebeu uma visita inusitada, alguns orcs entraram seus domínios, Rakunda era
bem justa, não fazia dissociação entre raças, sua lógica era simples, entrou
nos domínios de Rakunda, viraria comida.
Rakunda como sempre
entrou no combate de peito aberto, não ligava de um corte aqui ou ali, sua
regeneração dava conta de qualquer enfermo, mas dessa vez foi diferente,
Rakunda sentiu a morte diversas vezes, se Rakunda soubesse contar ficaria
apavorada com as 77 vezes que teve o crânio perfurado por flechas, mas se
contentou com o sentimento de ter morrido diversas vezes. Rakunda recebia um
ferimento mortal e tombava, quando sua regeneração começava a trabalha e
faze-la recobrar a consciência um outra flecha desligava as luzes mais uma vez,
Rakunda não sabe quanto tempo ficou neste jogo de liga e desliga as luzes mas
sabe que o homem que fez isso, ou melhor o orc que fez isso, não era um simples
orc, mas um guerreiro digno para um combate memorável.
Depois que o
jogo acabou Rakunda estava amarrada, Rakunda não falava nada, nem fazia nada,
simplesmente não sabia o que fazer nunca ninguém colocou Rakunda nessas
condições, ela não sabia se aquele sentimento era medo, aflição, tristeza,
vergonha, ou uma indigestão, realmente não sabia a diferença entre estas
sensações.
Ficou algum
tempo confusa nos próprios pensamentos, mas em algum momento, enquanto Rakunda
analisava a diferença duma indigestão e do sentimento de aflição, teve seu
raciocínio cortado, o orc que matou Rakunda por diversas vezes começou a
conversar com ela, e por incrível que pareça, num tom conciliador que nunca
havia ouvido, não era muito convincente aquelas palavras conciliadores quando
entre um “junte-se a nós” e um “seremos grandes” vinha também um “ou matarei
você aqui e farei flechas de seus ossos para compensar as que perdi”, mas
bastava para Rakunda, encontrara um guerreiro a altura, e aquela palavras
conciliadoras, por algum motivo mexeram com seu coração, ou realmente era uma
indigestão...
Com essa nova trupe
formada, foram ate o foço, escalaram, mataram alguns (muitos) monstros, e no
fim pegaram uma esmeralda que lá estava, essa seria o inicio duma longa
amizade.
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Obs.: Depois
dessa parceria Rakunda acabou mudando alguns hábitos, ao invés de lutar com as
garras e presas como uma fera passou a empunhar uma espada larga enorme, depois
ganhou uma espada especial do próprio Garr-bosh, e passou a usar um couro
batido como vestes.
Obs 02.: sei que
usei o nome “Rakunda” diversas vezes, sendo que poderia ter utilizado o pronome
“ela”, mas não o fim justamente como referencia ao modo dela falar, Rakunda
sempre fala na 3º pessoa, ou seja, ela sempre conversa falando o próprio nome,
por isso escrevi sua história assim. VLWs…
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Como não
consegui achar na internet um desenho que a descrevesse legal irei fazer a moda
antiga, apenas descreverei:
Grande, pouco
mais de 3 metros, forte, músculos torneados, seios fartos, a pele mais parece
uma junção de musgo e fibras, alguns gomos enegrecidos espalhados pelo corpo
servem de enfeite, um nariz grande, fino e torto para a esquerda, galhos e
cipós crescem do topo da cabeça fazendo menção a cabelos, vestida dum couro
batido, garras afiadas, um sorriso grande com presas afiadíssimas.
Espero que tenha
sido palatável a descrição, a seguir sua ficha:
Rakunda, Troll guerreiro de 2º nível
PV: 124 (mais uma vez falando, no meu game
os PVs são maximizados)
Iniciativa: +2
Deslocamento: 9m
CA: 19 (+3 couro batido, -1 tamanho, +2
Des, +5 natural)
Ataque Base/Agarrar: +6/+17
Ataque: CaC: Espada L. E. Dissonante +13(dano:
5d6+11)
Ataque total: CaC: Espada L. E. Dissonante
+13/+8(dano: 5d6+11) e mordida +7(1d6+3), ou 2 garras +12 (1d6+7) e mordida +7
(1d6+3).
Espaço/alcance: 3m
Ataques especiais: dilacerar 2d6+10
Qualidades especiais: visão no escuro
27m, visão na penumbra, regeneração 5, faro
Testes de resistência: Fort +14, Ref
+5, Von +4
Habilidades: For 25, Des 14, Con 25, Int 6, Sab 11,
Car 11.
Pericias: Observar +6, Ouvir +6, Espada 3
graduações, intimidar +7
Talentos: Prontidão, Rastrear, Vontade de ferro,
Ataque poderoso, Trespassar
ND: 7
Tesouro: Espada Larga Enorme +1, dissonante; 300
POs em gemas, Couro batido grande O.P.
Tendência: Neutro e Mau
Por enquanto é
isto. fiquem alerta que hoje ainda tem mais, supostamente...
See Yaa
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