quinta-feira, 10 de novembro de 2016

Rakunda, A poderosa

História de personagem

Rakunda, A poderosa

Indigestão?

Bom dia, 
Boa tarde,
Boa noite,

Antes de mais nada gostaria de falar que a formatação ta FOD**, não sei o motivo mas não ta ficando como quero, ta muito bugado o local por onde posto, espero que não continue com esse problema, só para tem noção, só para espaçar antes de cada paragrafo foi um enorme sufoco, enfim a postagem atrasada, espero que gostem 
Mais uma vez atrasado, achei que por conta da universidade esta de féria eu teria mais tempo, mas as coisas ainda andam muito corridas, mas independente disso permita-me utilizar dum provérbio já utilizado, antes tarde do que nunca.
Hoje contarei a historia dum outro personagem, a historia deste é inédita até para os próprios jogadores, esta personagem é Rakunda, A poderosa. E aqui vamos nós...
A vida na floresta é difícil, é matar ou morrer, todos os dias uma luta pela sobrevivência, todos os dias você dorme sem saber se vai acordar, e acorda sem saber se irá voltar a dormir, uma vida difícil, mas simples, aqueles que vivem na floresta não almejam grandes conquistas, um almoço ou uma janta já está de bom grado, mas há aqueles que querem mais que comida, que sonham mais alto.
Rakunda queria mais que comer e dormir, ela queria ser reconhecida pelo que ela realmente era, a mais poderosa de suas terras, matava e comia qualquer aventureiro tolo que ousasse adentrar em seu território, o único lugar que Rakunda temia era um fosso gigantescamente profundo, as vezes de lá saiam mortos-vivos, Rakunda não gostava de mortos-vivos, afinal apesar dela comer quase qualquer coisa mortos-vivos não estava no seu cardápio, não eram grande ameaça, mas conseguiam feder mais que Rakunda.
Um dia Rakunda recebeu uma visita inusitada, alguns orcs entraram seus domínios, Rakunda era bem justa, não fazia dissociação entre raças, sua lógica era simples, entrou nos domínios de Rakunda, viraria comida.
Rakunda como sempre entrou no combate de peito aberto, não ligava de um corte aqui ou ali, sua regeneração dava conta de qualquer enfermo, mas dessa vez foi diferente, Rakunda sentiu a morte diversas vezes, se Rakunda soubesse contar ficaria apavorada com as 77 vezes que teve o crânio perfurado por flechas, mas se contentou com o sentimento de ter morrido diversas vezes. Rakunda recebia um ferimento mortal e tombava, quando sua regeneração começava a trabalha e faze-la recobrar a consciência um outra flecha desligava as luzes mais uma vez, Rakunda não sabe quanto tempo ficou neste jogo de liga e desliga as luzes mas sabe que o homem que fez isso, ou melhor o orc que fez isso, não era um simples orc, mas um guerreiro digno para um combate memorável.
Depois que o jogo acabou Rakunda estava amarrada, Rakunda não falava nada, nem fazia nada, simplesmente não sabia o que fazer nunca ninguém colocou Rakunda nessas condições, ela não sabia se aquele sentimento era medo, aflição, tristeza, vergonha, ou uma indigestão, realmente não sabia a diferença entre estas sensações.
Ficou algum tempo confusa nos próprios pensamentos, mas em algum momento, enquanto Rakunda analisava a diferença duma indigestão e do sentimento de aflição, teve seu raciocínio cortado, o orc que matou Rakunda por diversas vezes começou a conversar com ela, e por incrível que pareça, num tom conciliador que nunca havia ouvido, não era muito convincente aquelas palavras conciliadores quando entre um “junte-se a nós” e um “seremos grandes” vinha também um “ou matarei você aqui e farei flechas de seus ossos para compensar as que perdi”, mas bastava para Rakunda, encontrara um guerreiro a altura, e aquela palavras conciliadoras, por algum motivo mexeram com seu coração, ou realmente era uma indigestão...
Com essa nova trupe formada, foram ate o foço, escalaram, mataram alguns (muitos) monstros, e no fim pegaram uma esmeralda que lá estava, essa seria o inicio duma longa amizade.
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Obs.: Depois dessa parceria Rakunda acabou mudando alguns hábitos, ao invés de lutar com as garras e presas como uma fera passou a empunhar uma espada larga enorme, depois ganhou uma espada especial do próprio Garr-bosh, e passou a usar um couro batido como vestes.
Obs 02.: sei que usei o nome “Rakunda” diversas vezes, sendo que poderia ter utilizado o pronome “ela”, mas não o fim justamente como referencia ao modo dela falar, Rakunda sempre fala na 3º pessoa, ou seja, ela sempre conversa falando o próprio nome, por isso escrevi sua história assim. VLWs…
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         Como não consegui achar na internet um desenho que a descrevesse legal irei fazer a moda antiga, apenas descreverei:
         Grande, pouco mais de 3 metros, forte, músculos torneados, seios fartos, a pele mais parece uma junção de musgo e fibras, alguns gomos enegrecidos espalhados pelo corpo servem de enfeite, um nariz grande, fino e torto para a esquerda, galhos e cipós crescem do topo da cabeça fazendo menção a cabelos, vestida dum couro batido, garras afiadas, um sorriso grande com presas afiadíssimas.
Espero que tenha sido palatável a descrição, a seguir sua ficha:

Rakunda, Troll guerreiro de 2º nível
PV: 124 (mais uma vez falando, no meu game os PVs são maximizados)
Iniciativa: +2
Deslocamento: 9m
CA: 19 (+3 couro batido, -1 tamanho, +2 Des, +5 natural)
Ataque Base/Agarrar: +6/+17
Ataque: CaC: Espada L. E. Dissonante +13(dano: 5d6+11)
Ataque total: CaC: Espada L. E. Dissonante +13/+8(dano: 5d6+11) e mordida +7(1d6+3), ou 2 garras +12 (1d6+7) e mordida +7 (1d6+3).
Espaço/alcance: 3m
Ataques especiais: dilacerar 2d6+10
Qualidades especiais: visão no escuro 27m, visão na penumbra, regeneração 5, faro
Testes de resistência: Fort +14, Ref +5, Von +4
Habilidades: For 25, Des 14, Con 25, Int 6, Sab 11, Car 11.
Pericias: Observar +6, Ouvir +6, Espada 3 graduações, intimidar +7
Talentos: Prontidão, Rastrear, Vontade de ferro, Ataque poderoso, Trespassar
ND: 7
Tesouro: Espada Larga Enorme +1, dissonante; 300 POs em gemas, Couro batido grande O.P.
Tendência: Neutro e Mau
Por enquanto é isto. fiquem alerta que hoje ainda tem mais, supostamente...

See Yaa

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