sábado, 20 de janeiro de 2018

Bom dia,
Boa tarde,
Boa noite,


Faz muito tempo desde a última postagem, havia parado de narrar e consequentemente de escrever no blog, mas por intervenção do destino vou a narrar e a empolgação para escrever voltou, corrigi alguns erros em postagens antigas, tentarei trazer com frequência postagens, além de minha campanha e mundo trarei também informações duma campanha que estou jogando. Vamos as considerações.
Dado o tempo que não jogamos fez-se necessário uma reconfiguração das fichas, dei uma pontuação elevada, 36 comprando, Shura (PJ=Helio Jr.), Azog (PJ=Luan), Klaussius (PJ=Elias) e Temerus (PJ=tarcisio). Um novo recomeço, na verdade uma continuação muito tempo depois.
Farei um resumo da primeira aventura sob a ótica de Shura, isso servirá para ambientar os leitores à situação atual, após o resumo postarei como um conto os ocorridos até o presente momento, logo para que haja maior celeridade omitirei informações menos importantes, por enquanto é isto, boa leitura.


Pensamentos profundos

Faziam dois anos desde que deixei de ser um garoto para me tornar um homem, mas me lembro como ontem, quando exclamei na frente de todos que a justiça e a determinação habitavam meu coração, e que eram tão forte tais sentimentos que não sobrara espaço para outros, parece como ontem quando olhei diretamente nos olhos amendoados de jeanne e me encantei, não somente por sua beleza, mas pela postura e energia que emanava.
Eu e meu irmão Bresker nos tornamos pupilos dela, jeanne d’ark, uma campeã de Heironeus, a mais jovem entre os mestres, e talvez a mais bela de todo o condado, rosto com traços finos, uma pele macia e clara, cabelos castanho-alaranjados, curtos como devem ser o de um guerreiro, mas sua aparência delicada acaba ai, um corpo relativamente esguio, se comparado ao de um homem, porém musculoso, de postura firme, mão calejadas, cicatrizes nos braços e nas mãos, nenhum no rosto,  ela tinha o físico de um guerreiro de alto porte. O treinamento foi árduo, durante 4 longos anos, eu e Bresker, aprendemos o valor do trabalho, esforço, disciplina, autoridade, hierarquia, justiça, coragem e benevolência, todos aspectos importantíssimos para a formação de um campeão.
Meus outros irmãos tiveram mestres diferentes, Ivon Dragon, meu irmão de olhos reptilianos, pele avermelhada e cabelo vermelho tão intensos quanto labaredas, foi treinado por Fannon, o mais velho mestre, mestre das armas, e general do exército do condado, era o homem mais próximo ao conde Willian mountgomery de la pouce, e todos os outros mestres te deviam respeito, alguns até o chamava de mestre dos mestres. Azorgue meu outro irmão de pele reptiliana, lembro que meu pai disse que sua raça se chamava githzerai, pareciam sser um hibrido de humano e lagarto que viviam no deserto de Kanta, ele sempre foi o mais abobado, apesar de ser mais velho, ele foi treinado por outro de sua raça, o mestre Mitzo-hein, mestre monge e mestre mensageiro, dizem que seus pés são mais rápidos que o de qualquer cavalo. Scisor era um elfo, calado e misterioso, sempre foi de poucas palavras, foi treinado por Meechan, nosso tio o mestre do arco, e mestre batedor. Tempeiro, um nome muito estranho, pior ainda para um orc de mais de dois metros de altura, ele foi treinado por outro orc, Tcharlie, um orc mais enobrecido que os demais, Tcharlie é o mestre da caçado, e é conhecido por sua ferocidade em combate.
Após quatro anos de treinamento recebemos nossos títulos de nobreza, eu e Breskar de infante, Ivon de guerreiro, Azorgue de monge, Scisor de batedor e Tempeiro de caçador. Pouco tempo após nos tordado homens já ganhamos a dádiva de mostrar nossa lealdade ao conde Willian e ao condado em si, recebemos uma  missão simples, pelo menos parecia simples, nas redondezas do condado batedores haviam percebido uma movimentação muito grande de orcs e goblinoides, e Kulgan com suas magias de adivinhação percebeu que algo grande estava para acontecer, e o ponto central era num mausoléu abandonado bastante distante, uma movimentação grande, como uma milícia, chamaria bastante atenção, e em um momento crucial como esse ter um mestre distante do condado por mais de um mês era muito arriscado. Recebemos a missão de ir até o mausoléu e investigar, apenas isso, levar o máximo de informações possíveis.
Partimos no dia seguinte ao recebimento da missão, nos despedimos dos nossos respectivos mestres, assim como de nosso pai, Dorg, o sol mal havia nascido e já galopávamos em busca do desconhecido, com coragem.
A noite na estrada era complicada, dormir no chão, insetos, comida fria ou muito mal preparada, além de inimigos eventuais que encontramos, monstros, feras, goblins orcs etc. Foi uma jornada memorável, conhecemos várias pessoas, Brisa uma ninfa bastante exótica seu amigo fada Rockstar e sua mãe Ventania, assim como um celestial de mão flamejantes e um ent druida que  se intitulou apenas de senhor árvore, conhecemos alguns aliados que hoje vos chamo de irmãos, Klaussius, um licantropo tigre feroz e poderoso,  temeros, um humano meio-vampiro combatente com técnicas únicas, tão destemido quanto era idiota e Arthas, um humano paladino de cabelos longos e loiros, especializado na defesa, armadura completa e escudo de corpo, sua coragem se equipara a minha. Também conhecemos adversários formidáveis Trevo, um licantropo tigre de resistência e força impressionantes, Zangief, uma montanha de músculos de dois metros e vinte, um guerreiro que luta com as próprias mãos e de técnica de apresamento, derrotamos Gravox, filho de Garbosh, que se tornaria nosso nêmeses, nos caçando e quase nos matando, também encontramos Rakunda, uma troll falastrona de poderes monstruosos, kazundir, um kobold feiticeiro de grande poder, assim como dezenas de orcs, goblins, kobolds e até diabos.
Nossa jornada foi grande e árdua, mas tivemos conquistas, além de aliados irmãos que conquistamos, derrotamos Trevo e matamos Kazundir, Zangief havia percebido que o q fazia era errado, e Trevo num embate de palavras e de socos consegui salvar sua mente das trevas e fúria constante que possuíra, esses dois acabaram se tornando aliados também. Mais numeroso que nossas conquistas foram nossas perdas, Scisor morreu num embate contra o próprio irmão Ivon, breskar sobreviveu à quase morte diversas vezes, mas no fim não resistiu, pereceu, uma morte gloriosa e mesmo depois de morto deu um último suspiro lutando mesmo que sem vida, e nos abandonando em pé, com sua postura de guerreiro. Azorgue também morreu em um embate, mas espíritos misteriosos o deram uma segunda chance, e uma segunda vez morreu lutando lado a lado conosco contra hordas de orcs enfurecidos de armadura e lanças na mão. Klaussios e Azorgue morreram no mesmo embate, formos capiturados por orcs que nos queriam fazer de escravos, conseguimos fugir, mas eles não conseguiram.
Quase me esqueci, o mais pitoresco que conhecemos foi Xellos, um ser de aparência humana, cabelo liso, curto formando uma cuia ao redor de sua cabeça, de cor azulada, olhos puxados que escondem sua íris, corpo esguio, cajado de madeira e roupas simples, sua aparência simples esconde sua verdadeira essência, não sei sua origem, mas seu que capacidade vai muito além do que sequer posso imaginar, ele com extrema facilidade nos salvou do exército de orcs nos teleportando para longe dali, mas tudo tem um preço, fiquei lhe devendo um favor, tenho a impressão que ainda irei me arrepender disso.
Por fim, após diversos combates, sermos mantidos em cativeiro, após conquistas e perdas, suor e sangue conseguimos regressar, mas o que trazíamos não era acalentador, muito pelo contrario, era perturbador, com nossa investigação percebemos que não era um simples mausoléu, mas sim um templo maligno de culto ao demônio Orcus. Com as informações adicionais o grande mago adivinho Kulgan pode fazer mais previsões, somados ao seu vasto conhecimento ele entendeu o que estava ocorrendo, algo do passado estava prestes a se repetir, como uma fênix que buscava vingança de seus algozes.
Há vinte anos houve uma grande guerra, cinco condes tiveram seus clamores negados pelo protetorado, e seriam varridos por um exército de criaturas da noite, goblinoides, orcs, gnolls, ogros, trolls, gigantes, drows, duergars etc. Willian, Bearaxus, Minoritus, Demostenes e Bahubali se viram sozinho em frente à esses inimigos, esses cinco condes se aliaram contra o fim iminente, a guerra durou meses, eles acabaram recebendo ajuda de vilarejos, lugarejos, condados menores, povos da floresta e até de reinos e principados que viram sua economia atingida pela guerra. E no fim, com essa confluência de pessoas de diferentes nacionalidades e visões de mundo saiu vitoriosa, expulsando os poucos sobreviventes paras seus covis, para sempre, ao menos era o esperado.
Quase esqueci, além de toda essa confusão com as criaturas da noite, na festa de vinte anos da vitória tivemos um envolvimento com criaturas sombrias, durante os festejos percebemos movimentações estranhas de criaturas, no fim percebemos que estavam em busca de nossa irmã Marrie, não sei o motivo, e creio que orcus não tenha ligação com isso, nem havíamos recebido a missão ainda, há mistérios ainda não resolvidos. Quando regressamos de nossa missão tivemos outra experiência com demônios infernais, eles sequestraram Marrie, e recebemos uma ajuda de um ser bastante inusitado, seu urso de pelúcia, Teddy, um urso deveras sinistro, pelugem preta, olhos arregalados, um sorriso deprimente de dentes serrilhados, não sei explicar ao certo, aquela feição felpuda me da calafrios. Teddy se mostrou um exímio arcanista, não sei exatamente se era um mago, ou feiticeiro ou outra coisa, não entendo de magias arcanas, mas percebi que ele tinha certa capacidade de destruição, conseguimos resgata-la e mais um mistério se mostrou diante nós, quem diabos é Teddy?
Tivemos um ano de folga, com trabalhos corriqueiros, tivemos nossa patente elevada, um funeral honroso para os que faleceram, condecorações e honrarias em geral. Foi um ano de paz, mas acho que nasci para o campo de batalha, pode parecer estranho mas fiquei feliz ao saber que tinha outra “grande missão”, que somente poderia se dada “aos grandes destemidos” que concluíram a última missão, ainda me lembro das lágrimas do meu pai, ele me fez prometer que voltaria com vida, eu respondi sim, que voltaria, mas não sei se conseguirei manter minha palavra, isso aperta meu peito todas as noites.
Nossa nova missão era bastante parecida com a primeira, tínhamos que ir até um templo escondido de Orcus, provavelmente seu templo principal, o problema é que esse templo fica muito mais distante, numa ilha, teríamos que ir ao reino _______, pegar um navio e ir até ele, levaria em média um ano e meio, mas provavelmente teremos atrasos, logo calcúlo dois anos, ganhamos dois aliados Amarante um elfo ranger, e Chico um pequenino gnomo, uma criatura pitoresca de apenas quarenta centímetros, com poderes divinos de cura, se mostrou um grande e devoto aliado.

Até o momento tivemos poucos embates, alguns ursos-coruja, alguns ogros, batimentos orcs e goblins com wargs. Passamos pelo vilarejo de chico, tenho que dizer, é uma visão engraçada um pequeno vilarejo de pequenas criaturas de corpo ágio e veloz, mas de coração bom e simples. Partimos com um pouco de queijo e leite de cabra, uma delicia, e agora estamos acampando, mais um dia nesse chão de terra, estava com saudades disso, mas espero que um dia eu possa orar em meu quarto, deitar na minha cama, e toda essa situação caótica ser apenas uma lembrança do passado, que não haja mais necessidade de tanto sofrimento e tanto derramamento de sangue, ainda sonho com a paz.

quarta-feira, 23 de novembro de 2016

Organização orc

Como os orcs se organizam


Bom dia,
Boa tarde,
Boa noite,

Agora dissertarei um pouco sobre a organização dos Orcs. Primeiro podemos segregar em duas classes, os patrulheiros e os militares, Na classe dos patrulheiros encontramos todos os que vivem fora de Trundar. De antemão o orc genérico apresentado no livro do jogador são vistos em ambos os lados.

Os patrulheiros são identificados pelo seu elmo, daí temos:
_________________________________________________________________________________
Elmo com chifre de Cervo:
1 a 3 níveis de bárbaro,
Arma: Machado grande (1d12). Para os de LV acima de 1 o machado é O.P.
Armadura: De couro leve para os de LV 1 ou 2 e Média para o de LV 3
Talentos: Ataque Poderoso, Trespassar (para os de 3º nível)
Habilidade: For 19, Des 14, Com 14, Int 8, Sab 10, Car 8

Normalmente lideram grupos de Orcs combatentes (2d6 combatentes de 1 nível como descrito no livro dos monstros), lideram de forma brutal se jogando no combate no intuito de matar os inimigos antes de morrer. Num encontro existe 20% de já terem utilizado a fúria diária, já que usam tudo que tem em qualquer combate arriscado. Também existe 10% de chance desse orc líder ter uma inteligência maior, ao menos 10, com isso podendo montar estratégias melhores que um simples ataque frontal. Claro que essas probabilidades podem ser ignoradas, apenas utilizo-a quando quero tornar o combate totalmente aleatório.



Elmo com chifres de Rinoceronte (2 chifres na direção no nariz)
Estes são os caçadores
2 a 4 níveis de ranger,
Armas: Arco longo composto reforçado +3 (O.P) e machado orc duplo (O.P.).
Armadura: Normalmente usam gibão de peles obra-prima como armaduras
Talentos: Foco em arma para os de estilo corporal ou algum talento de arquearia para os de estilo de arco, duro de matar (para os de 3º nível )
Habilidades: For 16, Des 16, Com 14, Int 10, Sab 12, Car 6
Pericias: Sempre graduam ao máximo as pericias Esconder-se e furtividade
Habilidades de classe:
-Estilo de combate: A maioria tem o estilo à distancia, mas pode ocorrer o contrário.
Inimigo predileto: escolhe alguma raça humanoide, Humano, anão ou elfo, pois são as mais comuns.
-Companheiro animal: Para os de 4º nível que alcançaram esta habilidade, normalmente escolhem aves de rapina.

Nota: Estes falam o idioma Comum, e o idioma de seu inimigo predileto (gastando pontos de pericia para isso)

Estes caçadores dificilmente lideram grupos, normalmente ficam afastados de seu grupo, procurando possíveis ameaças, e/ou emboscando inimigos.



Elmo com chifres de Cabra ou Bode
Bardos entre orcs? Sério? São raros mas existem
1 a 4 níveis de bardo,
Arma: Cimitarra e afins.
Armadura: De couro leve, normalmente um couro batido
Instrumento: Normalmente são Bongos ou congas (instrumento de percussão)
Talentos: normalmente foco em pericia (atuação), mas possuem talentos diversificados
Habilidades: For 14, Des 14, Con12, Int 12, Sab 8, Car 16
Pericias: Sempre graduam ao máximo a pericia atuação.

Estes são bastante raros, normalmente somente encontrados em acampamentos grandes, sendo conselheiro de um líder maior.

  

Elmo de chifres de Touro ou Bisão
Generais
5 a 7 níveis de bárbaro
Armas: Machado de guerra (O.P.) e azagaias.
Armadura: Peitoral de Aço (O.P.).
Talentos: Ataque poderoso, Trespassar, Trespassar maior (para os de LV6 ou mais)
Habilidades: For 20, Des 16, Com 16, Int 8, Sab 10, Car 8
Pericias: Sempre graduam ao máximo sobrevivência e graduam algo em intimidar, cavalgar, adestrar animais e ouvir.

Além de seu perigo natural (Sim um bárbaro de 6º nível é sempre perigoso, ainda mais com uma força de 20), Estes brutamontes do combate usam worgs com progressão como montaria, a ficha do Worg é idêntica a do lobo atroz, exceto por Int 6, Sab 14 e Car 10.

Estes generais Lideram grandes acampamentos, 1d3 com elmo de rinoceronte, 2d3 com elmos de cervo e muitos comuns (de 15 a 40), com 30% de chance de ter um elmo de bode.

Falam o idioma comum e normalmente carregam 1d2 poções de curar ferimentos graves.



Militares de Trundar temos.
_________________________________________________________________________________

Combatentes rasos com nível de combatente entre 1 a 3,
Combatentes de elite com nível de combatente entre 4 a 6,
Capitães com nível de combatente entre 7 a 8,
Todos usam armadura de aço e um elmo que cobre metade do rosto, exaltando a sua divindade Gruunch, sua patente é expressada no rosto, com cicatrizes no lado direito do rosto (lado descoberto pelo elmo)

Os mais fortes da cidadela são:
Narrik Rasgachoro, com níveis de bárbaro e destruidor (completo do guerreiro)
Bara-Katal, com níveis de bárbaro e olho de Gruunch (completo do guerreiro)
Rurik-thar (um orc gigante que pode facilmente ser confundido com um demônio mortal) e sua esposa Shautha (clériga de Orcus)

        Posteriormente falarei mais de Ruric-thar e Shautha, apenas informo  que todos os 4 são de níveis elevados.

Bom pessoal basicamente é isso, também existe um culto ainda secreto para os jogadores, de orcs servos de orcus, estes por ainda não terem sido explorado pelos jogadores não falarei deles por enquanto

Por enquanto é isto,

See yaa



terça-feira, 22 de novembro de 2016

Algumas considerações

Algumas considerações


Nenhuma postagem por uma semana, mal começou o blog e já esta faltoso. KKK
foi mal galera, mas tive problemas com a internet e com o PC, mas enfim.

Vamos direto ao ponto, considerações dos 5 capatazes de Darth-lethor, ZANGIEF e Trevo agora estão trabalhando com seus antigos inimigos, os PJs, Rakunda morreu e teve sua cabeça levada até seu mestre, Kazundir foi o primeiro a morrer, mas mesmo assim continua consciente, e Garr-bosh está vivo, e com uma sede de vingança ainda mais alimentada.

Não postei fotos de Rakunda nem de Garr-bosh pois não encontrei uma foto que representa-se minha imaginação, mas acho que com a descrição dá para ter uma ideia, Darth-lethor possuí novos arautos, igualmente poderosos ou superiores, Ivon Dragon agora o ajuda, Uma gigante de fogo (será comentada no resumo da campanha), e pelo menos mais dois ainda misteriosos.

Sobre os aliados NPCs, Trevo, Tempero e ZANGIEF estão juntos há um esquadrão de elite liderado por um anão chamado Zudor, estão indo a um lugarejo, pois o conde Wallace recebeu informações que o prefeito do local guarda algo de interesse de Darth-lethor, e mandou esse grupo para proteger o local. Uma aventura em paralelo.

Orcus está ainda mais ligado a Darth-lethor, este já possuí mais da metade do necessário para liberta-lo, dado isso Orcus o está ajudando com tudo que pode, incluindo lacaios.

Outra prévia é que todos os jogadores passarão por uma grande mudança, o que será? Mais uma novidade.

Por enquanto é isto, espero fazer as postagens necessárias esta semana, por enquanto é isso, VLWs


See Yaa

sábado, 12 de novembro de 2016

Garr-bosh, Arauto da vingança

Historia de personagem

Garr-bosh, arauto da vingança

Vingança



Bom dia,
Boa tarde,
Boa noite,
Agora narrarei a história do orc que mais deu trabalho para esses aventureiros, Garr-bosh, mesmo somente sendo enfrentado pessoalmente uma única vez, ele é quem organiza a maior parte das movimentações de orcs, incluindo trupes e acampamentos. A história dele nunca foi vista por nenhum dos jogadores será postada em primeira mão para quem quiser ler.
−“Vejo que estás ferido meu jovem, mais uma vez falhou em sua missão, qual o nome do garoto?”. Disse uma voz vinda dum canto escuro na caverna.
Garr-bosh não gostava de falhar em suas missões, seu trabalho era simples, recuperava itens ou matava pessoas, de preferencia humanos, sempre foi bem sucedido, suas flechas eram certeiras e mortais. Mas não dessa vez, havia falhado na luta contra os assassinos de seu filho, Grun-karr, e além de ter sido derrotado estava em péssimas condições, se não fosse a  criatura em seu interior estaria morto.
−“Os aventureiros arrancaram a tua língua, ou esta pensando em algo que não quer me dizer?”. –“Não senhor, eles foram mais fortes do que imaginava, derrotaram a mim e a Rakunda, o líder deles é um homem chamado Shura, muito poderoso, mas não páreo para mim, deram sorte, eu também, fugi, agora estou aqui”. Respondeu Garr-bosh, evitando palavras desnecessárias, nem ele nem seu mentor gostavam de perder tempo com diálogos que podiam ser reduzidos.
−“Entendo, Shura não é? Pois bem verme, fostes muito útil até hoje, te prometi um lugar de honra quando conquistasse essas terras, e terás, mas tens que sobreviver, e parar de falhar, não me faça me arrepender de ter-lhe salvo naquele dia”. Respondeu com uma voz soberana causando arrepio até em sua alma, Garr-bosh saiu, tinha outras coisas a fazer, um de seus capangas já havia entregado a cabeça de Rakunda, provavelmente seria útil, até porque ele encontrou utilidade no corpo mutilado de Kazundir.
Derrotado e humilhado, enquanto saia da caverna e adentrava o pântano lembrava-se daquele dia, até ele que só conhecia a morte e o sofrimento já fora feliz, há muito tempo.
Enquanto olhava para cima, procurando algo para focar se lembrou de como vivia com sua família, pai, mãe, um irmão e uma irmã, ele era o caçula, uma vida simples e dura, mas boa, tinham uma pequena fazenda, plantavam, colhiam, ordenhavam, realmente uma vida boa, Até que em um dia tudo mudou.
Enquanto se lembrava daquele dia seu coração enchia-se de fúria, ele pegou o arco e atirou em qualquer coisa que se movesse em seu alcance, matou algumas aves, lagartos, e até um homem lagarto que estava a espreita, matar era uma das poucas coisas que trazia alivio, enquanto segurava firme o arco e as flechas a procura de sua próxima vitima continuou a lembrar, em um dia que parecia ser igual a qualquer outro ele e sua família foi atacado, homens em busca de ouro, ao perceberem que não o tinham ao invés de simplesmente irem embora fizeram o inimaginável.
Ele continuava a disparar com uma fúria bufante, quase chegava a gritar em cada disparo. Mataram seu pai, sua mãe e seu irmão, até a sua pequenina irmã, de apenas 7 anos eles a mataram, um deles, com cavanhaque loiro, enfiou a adaga no pescoço dela, ela se afogou no próprio sangue, ele já aguardava a própria morte, mas eles não o mataram, gargalharam alto, falaram coisas no idioma dos homens, naquele tempo ele ainda não entendia, e depois foram embora.
Assim como naquele tempo, depois de cansar de disparar, ficou imóvel, apenas esperando o tempo passar, ele não se lembrava quanto tempo ficou parado, mas lembrava que saiu de casa quando os corpos dos seus entes queridos  começaram a feder, enterrou seus familiares, e saiu sem rumo, por diversas vezes esteve próximo da morte, mas sempre escapava, ele cresceu, aprendeu a usar o arco, sempre que podia matava um ou dois homens, para rouba-los.
Ele ficou inteligente, e aprendeu a caçar humanos ao invés de animais, aprendeu as rotas que utilizavam, e aprendeu a valorizar o que chamavam de ouro, que foi o motivo da morte de sua família.
Ele guardou o arco, e passou a caminhar pelo pântano sombrio enquanto continuava a se lembrar. Assaltava caravanas, matava grupos de aventureiros iniciantes e assim vivia, não tinha o prazer da alegria, mas estava vivo. Tudo mudou mais uma vez numa noite chuvosa de lua cheia, uma caravana passava por uma estrada secundária, um velho adormecido guiava os cavalos, uma charrete negra era puxada, com uma luz no interior que indicava alguém a ser carregado.
Ele matou primeiro o cocheiro, depois saltou na carruagem, quebrou a porta e invadiu, quando entrou levou um susto, ao perceber que tinha um homem sem medo, na verdade com fúria no olhar, usava uma armadura negra que cobria todo o corpo, apenas sua cabeça ficava de fora, uma luta foi iniciada entre os dois, e foi rapidamente subjugado por aquele homem misterioso que posteriormente se tornaria seu mestre.
Teve um braço torcido, algumas costelas quebradas, dentes arrancados, um corte no olho esquerdo que quase o cegará, mas aquele homem não o matou, mais uma vez foi poupado. Iniciou-se um dialogo e por sorte ele já sabia falar o idioma deles.
Aquele ser se chamava Darth-lethor, ao menos assim dizia, era duma ordem que desejava um mundo construído pela força, pela conquista, por guerras, ele não se importava para nada daquilo que lhe era dito, até que um comentário o fez prestar atenção, Darth-lethor fez menção ao ódio e rancor que ele tinha, e disse que poderia ajuda-lo em sua vingança, uma vingança que poderia saborear eternamente, aquilo sim era algo interessante, claro que aceitou a proposta.
Com um pouco de tempo ele entendeu que aquele guerreiro misterioso era mestre em algumas artes divinas, e usou esse poder, somado ao bom e velho poder do ouro, para descobrir a localização de cada um dos 4 que assassinaram a sua família.
Garr-bosh sorriu insanamente enquanto lembrava dos momentos mais deliciosos depois da mortes de sua família, o primeiro ele castrou primeiro, arrancou seus olhos e somente depois o matou. O segundo desmembrou membro por membro até que quando sua vítima estava próxima da morte pelo sangramento ele a matou espancando-a com socos e pontapés. O terceiro ele foi mais elaborado, conseguiu captura-lo vivo e o jogou num caldeirão de ácido, os gritos de dor daquele homem são a mais bela das melodias. Por ultimo, o homem do cavanhaque loiro, que matara sua irmã, nesse ultimo teve a ajuda do próprio Darth-lethor, que o curava sempre que estava à beira da morte, foram horas de alegria sem tamanha, até que quando se cansou, cortou-lhe a garganta e deixou-o a se afogar, o final digno, agora que sua vingança estava completa podia descansar. Foi o que pensou a principio, mas estava enganado.
Percebeu que mesmo após matar cada um dos 4 assassinos seu ódio não cessava, na verdade aumentava, seu novo mestre e tutor então o explicou que o ódio que sentia não era somente contra aqueles 4 indivíduos inúteis, mas era contra todos os homens e mulheres, Garr-bosh olhou para a palma da mão enquanto lembrava do dia em que se tornava o maior soldado de Darth-lethor, se tornava Garr-bosh o arauto da vingança.

Seguiu fielmente os passos do seu mestre, espalhando a morte e o pavor para aquela raça que odiava, conseguiu alguns lacaios interessantes, algumas conquistas, aceitou até aumentar suas capacidades através dum ritual maligno, se tornou o líder de quase um exercito de orcs e goblinoides, mesmo com todas essas conquistas ainda não era suficiente. Não seria suficiente até que TODOS os humanos estivessem mortos, e não ligaria de ter que matar elfos, anões, halflings, gnomos, outros orcs ou seja lá o que ficasse em seu caminho. 

Bom pessoal, ai esta em primeira mão a história deste personagem que ainda dará muito trabalho... VLWS

See Yaa

sexta-feira, 11 de novembro de 2016

Trevo, O homem javali

História de personagem 

Trevo, O homem javali

Não mais fugir


Acho que esse post não sairá atrasado, acho..., narrarei agora à história dum antigo inimigo e atual aliado, um grande parceiro de Shura, espero que gostem.
−Outro pesadelo, eles tinham parado desde que... Desde que comecei a seguir este novo caminho, digo, desde quando comecei a procurar meu verdadeiro caminho, meu lugar em Mazezom.
Trevo começa a pensar em como foi que chegou naquele lugar, deitado em campo aberto, enquanto observada as estrelas ele se lembrou da vida que havia fugido, a muito tempo, ele realmente não sábia quanto tempo fazia, ele corria ao lado do seu velho, em sua tribo seu pai era rei, ele liderava todos por um caminho de glória e fartura.
Mesmo sendo muito jovem Trevo lembra-se de lutar lado a lado com seu velho e seu clã contra feras enormes e temíveis, para cada luta uma nova vitória, realmente seu pai fazia a diferença.
−“Sinto falta de ti pai, seus conselhos sempre foram bons, pena que não me lembro de nenhum útil agora, deveria ter ouvido você melhor... Por que você foi morrer seu idiota?”
Com um sentimento amargo ele começou a se lembrar de algo que tentava esquecer desde que fugira, ele amaldiçoava esse dia com todas suas forças, mas infelizmente não podia mudar o passado.
Um dia Trevo e seu pai, Vendaval, decidiram caçar sozinhos, testar suas habilidades, grande erro, enquanto corriam na floresta na forma de javali farejando a procura de uma presa acabaram encontrando algo maior que podiam abocanhar, uma fera terrível e gigante os atacou, Vendaval lutou ferozmente, e quando percebeu que não tinha chances de vitória nem de fuga ordenou que Trevo, seu legado, fugisse, ele não queria fugir, mas não podia se negar ao ultimo desejo de seu pai, ele fugiu, e como isso doía em seu coração.
−“Quase consigo ver você pai, aí nas estrelas, sou mesmo um idiota, toda minha vida é uma mentira, um fuga sem fim”.
Enquanto resmungava lembrava daqueles duros dias, todos o culparam pela morte do velho, ele tentou lidera-los com bravura como seu pai fez, mas não conseguiu, ele tentou com todas as forças a guiarem-nos pelo caminho de fartura como seu pai o fizera, mas não conseguiu, no fim a única alternativa que encontrou foi a fuga, abandonou sua tribo, correu por dias sem parar, fugiu para tão longe que pegou um barco, foi para uma terra diferente, de costumes diferentes, não tinha uma mente ligada nas grandes coisas do mundo. No final das contas nem sabia como regressar, nem de onde era, somente seguia em frente, sem saber aonde iria parar.
Nessa nova terra tentou esquecer o passado, passou a ficar na forma hominídea, procurou se estilizar usando calças jeans, jaqueta de couro e algo que pendurava no nariz e cobria os olhos que chamavam de “óculos”. Viveu entre os ditos homens civilizados e tentou entende-los, como podiam ser tão felizes com uma vida tão monótona, e então entendeu, a luta por poder continuava, mas agora era diferente, o poder não vinha através de grandes feitos, e de combates épicos, não necessariamente, dinheiro era poder, com ele você poderia conquistar qualquer coisa, e foi por isso que decidiu lutar.
−“Como fui tolo, dinheiro, realmente achei que essa fosse à resposta para tudo, realmente um tolo”.
A única coisa que Trevo sabia fazer era lutar, e isto ele fazia muito bem, passou a desafiar guerreiro por ouro, naqueles vilarejos não tinha ninguém que poderia vence-lo, derrotava todos os guerreiros, arqueiros, bárbaros, não importava, ele e seu machado eram o suficiente, ele conseguiu algum ouro e decidiu que queria mais, passou a saquear aventureiros e comerciantes, com o tempo passou a ser temido, tanto pelo seu poderio marcial, como pelas conquistas que seu dinheiro trazia.
−“Perdão pai, agora me lembro de algo que você me disse”. Disse Trevo com lagrimas nos olhos. –“Lembro de uma vez que você disse que a única conquista que importa é aquela que vem de dentro, do seu próprio coração, sua sabedoria ainda me surpreende pai...”
Continuou a remoer as lembranças, lagrimas escorriam de seu rosto, arrependimento, saudades, vergonha, todos sentimentos que rondavam sua mente, lembrou de cada caravana que atacou, cada inocente que roubou ou matou, até que um dia fez a pior escolha de sua vida, desafiou um orc, com um olhar temível, tinha certeza que iria vencer facilmente, mas perdeu, foi derrotado, e humilhado pelo orc, lá no fundo ele ficou feliz, era isso que queria, morrer, e dar um fim a sua vida miserável, mas não isso que o orc fez, ao invés estendeu a mão e deu uma chance de realmente provar seu poder. Claro que ele aceitou.
Trevo agora fazia parte dum grupo, mais uma vez estava num clã, e não tinha o fardo de liderar, apenas precisava derrotar o que aparecia pelo caminho, algo fácil de fazer, ainda por cima ganharia ouro para isso, estava no paraíso, Trevo repetiu esta mentira para si tantas vezes até que começou a acreditar, estava vivendo em um sonho, ou um pesadelo.
−“Lutas vazias, glórias desonrosas, eu realmente fui o maior de todos os tolos”.
Ao menos nesse caminho de trevas encontrou um grande amigo, um dia entrou num combate louco, enfrentou um gigante branco, uma luta incrível, ele não se lembrava o motivo da luta, e nem o resultado, depois beberam e por algum motivo ele começou a segui-lo, com frases sem sentido como se fosse uma espécie de herói, realmente era divertido andar com aquele gigante ao seu lado.
−“Até nos piores momentos da vida podemos tirar coisas boas, dois grande amigos, Zangief e Shura”. Falava baixo sabendo que não tinha ninguém para ouvi-lo.
As lembranças continuavam em sua mente, alguns combates seguiram, até que enfrentou um grupo que com o tempo o iria fazer enxergar a luz.
No segundo embate que teve com Shura e seus companheiros, fora derrotado, mas desta vez ele não queria morrer, estava com medo, queria viver, aquela fora a melhor batalha de sua vida, e queria mais, queria ter esse sentimento mais vezes, todos os dias se fosse possível, mas estava diante da morte, e realmente ele merecia isso, na selva era matar ou morrer.
“Lembro-me de largar minha arma e esperar a morte, mas algo surpreendente aconteceu, misericórdia...”.
Trevo estava cercado, ataques de todos os lados, até um de seus inimigos, um guerreiro totalmente blindado, armadura completa, escudo de torre, a poucos instantes esse mesmo guerreiro se fazia de escudo contra seus ataques, e agora se fazia de escudo para ele, nada fazia sentido, mas uma coisa era certa, ele não iria desperdiçar essa chance. Então o Homem-javali mais uma vez fugiu, em sua montaria, Pumba, fugiu o máximo que pode, chegou a ser perseguido, mas não conseguiram detê-lo, ele estava vivo, mas não sabia o que fazer.
−“Não sei o que seria de mim se você não tivesse aparecido, se não tivéssemos aquela conversa, e aquele combate”. Disse com um sorriso no rosto.

 Flashback


Trevo estava ferido, cansado, e não sabia o que fazer, até que ele apareceu, um dos guerreiros que combateu, realmente era cômico e irônico a posição daquele guerreiro, que até ontem desafiava a sua vida, o guerreiro loiro de aspecto quase divino estava encurralado por lobos, Trevo analisou e atacou os lobos sem saber se o que fazia era o certo, afugentou os lobos, e depois encarou o garoto loiro.
−“Ei você, o que pretende fazer agora, ltar?”. Perguntou Shura a Trevo.
−“Se eu quisesse você morto deixaria para os lobos, não tenho uma razão pelo que lutar”.
−“Poderia me livrar daquelas feras facilmente, mas enfim suas habilidades em combate são quase tão boas quanto as minhas, tanta força deve vir de uma boa razão de lutar, não acredito que você apenas cortava coisas”. Retrucou ao homem-javali.
−“Na verdade sim, apenas fecho os olhos e derroto o que estiver em meu caminho, nunca tive uma verdadeira razão, que seja, já cansei disso, estou cansado de tudo, acho que estou perdido”.
Trevo deu as costas e começou a caminhas, Shura o seguiu e continuou a conversar.
−“És um tolo, te dou agora uma chance de se redimir, sei como é prazeroso um bom combate, mas só vale a pena se for por uma boa causa, um motivo justo. Você pode continuar a lutar Trevo, pode travar batalhas ainda mais memoráveis, mas lute por algo que valha a pena! O que acha?”. Disse Shura com um tom enfático e com varias gesticulações.
Aquelas palavras tocaram um coração a muito tempo adormecido, poucas vezes ele bateu com emoção, uma batida na luta contra Zangief, outra batida no ultimo combate onde teve sua vida poupada, e agora estava batendo mais forte que nunca, chegava a faltar ar, mas mesmo assim ainda não fazia sentido em sua mente, era complicado de mais para entender, o que era esse real motivo. Sem saber o que fazer agiu da forma mais sensata que sabia, gritando.
−“O que é essa verdadeira razão de lutar, você faz parecer ser simples, é ouro, é glória, já tentei lutar por isto e não deu certo”. Gritou enfaticamente com fúria e algumas lagrimas nos olhos.
−“És o maior de todos os tolos, Trevo, lutar pelo que realmente vale a pena não é algo que pode ser expresso em palavras, é algo que você simplesmente sente que esta fazendo o certo, que sente que pode dar a vida por isto sem se arrepender”. Gritou Shura em resposta aos gritos do seu antigo inimigo.
−“Se vai tentar me ensinar algo ao menos faça direito, eu não consigo entender, o que devo fazer ?! Responda idiota, nem sei teu nome”
−“Ousas esquecer o nome do teu algoz, Shura é o nome, não esqueça, e te dou uma segunda chance, dedique sua  vida a algo que realmente vale a pena, ajudar os outros, proteger quem não pode se proteger, parece claro o suficiente agora sua besta estupida”. Disse com um sorriso nos lábios.
−“HAHAHAHA, não sabia que cavalheiros pomposos como você sabiam ofender, o que acha de decidir isso como homens, num combate?”.
−“Pode vir, estou pronto para você, mostrarei que o maior sentimento humano é o amor. VENHA!”. Gritou o mais alto que pode o herói que tentava redimir seu antigo inimigo.
E quando os dois se preparavam para algo, seja lá o que fosse esse algo, algo surgiu do lago do seu flanco, um ser feminino e pequeno, vindo do centro do lago, parecia uma criança feita de agua, ajoelhada e chorando, surgiu numa explosão de agua, assucatando os dois debatedores e pondo-os em posição de combate, “Amor você diz? Sentimento mais poderoso? Não me venha com mentiras humano tolo, o sentimento mais poderoso é a tristeza, o único que nos fortalece é a solidão, o que nos dá mais força é o desespero. Não minta para mim”. Shura gritava de volta contradizendo-a e falando de como o amor pode mudar o mundo, mas era ignorado, era como se ela não pudesse ouvi-lo.
Antes que percebessem criaturas humanoides de cerca de 3 metros surgiu da beira do lago e começou a marchar na direção deles, duas criaturas. Trevou olhou para Shura e sorriu, “Algo que vale a pena lutar, me mostre o que isso significa Shura”.
Os dois entraram num combate avassalador, as criaturas lutavam com força e astúcia, enquanto Shura enfrentava o seu par Trevo fora agarrado, e arrastado para a agua, seu inimigo tentou fazer o mesmo, mas ele escapou, por pouco, continuou a atacar a monstruosidade feita de agua com suas espadas até que ela se desfez numa poça d’água, sem pensar duas vezes ele correu e saltou no lago, lutou em baixo d’água contra o monstro para salvar seu antigo inimigo e quase se afogava fazendo isso, ao sair da agua carregando Trevo levou um ataque nas costas dum tentáculo feito de agua e caiu no chão, ao lado do seu novo parceiro de combate.
−“Viu só, o que pode fazer seu amor, sua razão de lutar é fraca, agora vocês vão sentir o que senti, uma morte prematura e injusta, e assim entenderão o quão tolo foram, o amor não serve de nada, MORRAM!”. Disse a entidade aquática enquanto preparava ataques com tentáculos de agua, que surgiam de todos os lugares no lago.
Shura estava sem forças para se levantar, balbuciava enquanto tentava recuperar o folego, mas não conseguiu, porem alguém ali tinha algo a dizer, e não ficaria parado, Trevo se levantou, enquanto falava “Você veio aqui, tentou me mostrar algo e agora não consegue nem se levantar, HÁ! Patético, mas acho que entendo que você quis dizer, lutar para proteger os outros, amor, talvez você esteja certo, irei te proteger, com meu corpo, mas você tem que se levantar, entendeu ? VOCÊ TEM QUE SE LEVANTAR SHURA!”.
Trevo ficou entre o lago e seu redentor caído, vários chicotes d’água o atacaram, mas ele não ligava para a dor, não ligava para os ferimentos, tudo que tinha que fazer era resistir, e ver se as palavras daquele homem realmente podiam resgata-lo das trevas em que esteve por tanto tempo.
Após instantes que pareceram uma eternidade Shura se levantou, quase sem forças mas se levantou. “Parece que aprendeu algo seu cabeça oca”. Trevo sorriu e perguntou “Confia em mim?”. Shura com um olhar de duvida negou e Trevo gritou, “ÓTIMO!”. Ele correu em direção ao inimigo em comum dos dois, e assim Shura o fez, por mais que os chicotes atacassem-nos eles não paravam, na beirada do lago Trevo parou e usou o antebraço esquerdo como escudo e estendeu a mão direita para Shura, que a segurou com força, Então ele o arremessou sem direção ao centro do lago com toda sua força, “MOSTRE PARA ELA, O QUE MOSTROU PARA MIM, SHURAAAA!!!”. Mesmo sendo arremessado achava graça naquela situação, a um dia atrás eram inimigos mortais, agora estão arriscando a vida um pelo outro, aquilo tinha que significar algo. Ele caiu ainda afastado da garota que estava no centro, nadou com todas as forças até chegar nela, tentáculos seguraram-no pelos pés, mas ele se prendeu a ela com as mãos, focou nos olhos dela e disse:
−“Garota, as   vezes ficamos perdidos, caminhamos em círculos, as vezes somos tolos de acreditar que estamos fazendo o certo quando obviamente não estamos, nesses momentos nada melhor que um soco para nos fazer despertar, ABRA SEUS OLHOS PARA A REALIDADE, EU SHURA TE TIRO DESSA PRISÃO DE SOLIDÃO!!!”. E com um soco na cara da entidade fez todos os tentáculos se desfazerem em água. –“Eu prometo te libertar daqui garota, não sei que eventos aprisionaram sua alma aqui, mas eu o grande Shura prometo, em nome do amor que me faz vencer todas as batalhas, prometo que irei te libertar, acredita em mim?”. Com os olhos encantados como o de uma criança que acaba de conhecer seu ídolo ela diz sim... ... ... ...

Acampamento militar



−“Aquela foi uma grande batalha não é mesmo Shura, HÁ! Depois dessa ainda enfrentamos a cidadela de orcs, realmente achei que fosse morrer para aquele gigante orc, o pior é que sinto que ainda tem muita coisa a ser feito, isso de lutar pelo certo não é trabalho fácil não é mesmo meu amigo Shura. Agora estou aqui neste acampamento, indo investigar movimentações de Darth-lethor, Zangief parece um monstro roncando, mas é bom tê-lo por perto, sua falta de preocupação é reconfortante, espero que estejas bem meu amigo, espero que possamos lutar lado a lado novamente. Por algo que realmente valha a pena...”. Disse com um grande sorriso no rosto, olhos vermelhos e algumas lagrimas, mas não lagrimas de tristeza, lagrimas de felicidade.





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Opa!!! Essa deu trabalho, não ficou tão bom quanto gostaria, mas escrever nas pressas da nisso, porém não creio que tenha perdido muita qualidade. Enfim, aqui vai mais uma historia de personagem, espero que gostem, logo abaixo a sua ficha:


Trevo, O homem javali
Humano, metamorfo, Bárbaro 2º nível
PV: 63 (lembrando que é maximizado), + 10 enquanto em fúria, +15 na forma de javali
CA: 16 (+2 natural, +2 armadura, +2 Des), -2 em fúria, +6 natural enquanto na forma de javali
Ataque Base/Agarrar: +4/+7
Ataque: CaC: machado grande (+1) +9 (1d12+5; dec. x3)
Ataque total: Idem
*Na forma hibrida
Ataque: CaC: Machado grande (+1) +10 (1d12+9; dec. x3)
Ataque total: CaC: Machado grande (+1) +10 (1d12+9; dec. x3) e Chifres +3 (1d8+2)
Espaço/Alcance: 1,5m
Qualidades especiais: Alterar forma, empatia com javalis, ferocidade, visão na penumbra, faro, fúria 1/d, Redução de dano 10/prata (somente na forma hibrida ou de javali)
Testes de resistência: Fort +8, Ref +6, Von +4
Habilidades: For 16, Des 15, Com 14, Int 8, Sab 13, Car 9
Perícias: Adestrar animais +5, Intimidar +3, Observar +5, Ouvir +9, Sobrevivência +4
Talentos: Ataque poderoso, Encontrão aprimorado, prontidão*, vitalidade aprimorado, vontade de ferro*
ND: 6
Tesouro: Machado Grande +1; 300PO, couro batido,

Em fúria recebe: +4 em força e constituição, -2 na CA e +2 nos testes de vontade.
Na forma hibrida ou de javali recebe: +4 for, +6 com, e o tamanho fica grande.

quinta-feira, 10 de novembro de 2016

Rakunda, A poderosa

História de personagem

Rakunda, A poderosa

Indigestão?

Bom dia, 
Boa tarde,
Boa noite,

Antes de mais nada gostaria de falar que a formatação ta FOD**, não sei o motivo mas não ta ficando como quero, ta muito bugado o local por onde posto, espero que não continue com esse problema, só para tem noção, só para espaçar antes de cada paragrafo foi um enorme sufoco, enfim a postagem atrasada, espero que gostem 
Mais uma vez atrasado, achei que por conta da universidade esta de féria eu teria mais tempo, mas as coisas ainda andam muito corridas, mas independente disso permita-me utilizar dum provérbio já utilizado, antes tarde do que nunca.
Hoje contarei a historia dum outro personagem, a historia deste é inédita até para os próprios jogadores, esta personagem é Rakunda, A poderosa. E aqui vamos nós...
A vida na floresta é difícil, é matar ou morrer, todos os dias uma luta pela sobrevivência, todos os dias você dorme sem saber se vai acordar, e acorda sem saber se irá voltar a dormir, uma vida difícil, mas simples, aqueles que vivem na floresta não almejam grandes conquistas, um almoço ou uma janta já está de bom grado, mas há aqueles que querem mais que comida, que sonham mais alto.
Rakunda queria mais que comer e dormir, ela queria ser reconhecida pelo que ela realmente era, a mais poderosa de suas terras, matava e comia qualquer aventureiro tolo que ousasse adentrar em seu território, o único lugar que Rakunda temia era um fosso gigantescamente profundo, as vezes de lá saiam mortos-vivos, Rakunda não gostava de mortos-vivos, afinal apesar dela comer quase qualquer coisa mortos-vivos não estava no seu cardápio, não eram grande ameaça, mas conseguiam feder mais que Rakunda.
Um dia Rakunda recebeu uma visita inusitada, alguns orcs entraram seus domínios, Rakunda era bem justa, não fazia dissociação entre raças, sua lógica era simples, entrou nos domínios de Rakunda, viraria comida.
Rakunda como sempre entrou no combate de peito aberto, não ligava de um corte aqui ou ali, sua regeneração dava conta de qualquer enfermo, mas dessa vez foi diferente, Rakunda sentiu a morte diversas vezes, se Rakunda soubesse contar ficaria apavorada com as 77 vezes que teve o crânio perfurado por flechas, mas se contentou com o sentimento de ter morrido diversas vezes. Rakunda recebia um ferimento mortal e tombava, quando sua regeneração começava a trabalha e faze-la recobrar a consciência um outra flecha desligava as luzes mais uma vez, Rakunda não sabe quanto tempo ficou neste jogo de liga e desliga as luzes mas sabe que o homem que fez isso, ou melhor o orc que fez isso, não era um simples orc, mas um guerreiro digno para um combate memorável.
Depois que o jogo acabou Rakunda estava amarrada, Rakunda não falava nada, nem fazia nada, simplesmente não sabia o que fazer nunca ninguém colocou Rakunda nessas condições, ela não sabia se aquele sentimento era medo, aflição, tristeza, vergonha, ou uma indigestão, realmente não sabia a diferença entre estas sensações.
Ficou algum tempo confusa nos próprios pensamentos, mas em algum momento, enquanto Rakunda analisava a diferença duma indigestão e do sentimento de aflição, teve seu raciocínio cortado, o orc que matou Rakunda por diversas vezes começou a conversar com ela, e por incrível que pareça, num tom conciliador que nunca havia ouvido, não era muito convincente aquelas palavras conciliadores quando entre um “junte-se a nós” e um “seremos grandes” vinha também um “ou matarei você aqui e farei flechas de seus ossos para compensar as que perdi”, mas bastava para Rakunda, encontrara um guerreiro a altura, e aquela palavras conciliadoras, por algum motivo mexeram com seu coração, ou realmente era uma indigestão...
Com essa nova trupe formada, foram ate o foço, escalaram, mataram alguns (muitos) monstros, e no fim pegaram uma esmeralda que lá estava, essa seria o inicio duma longa amizade.
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Obs.: Depois dessa parceria Rakunda acabou mudando alguns hábitos, ao invés de lutar com as garras e presas como uma fera passou a empunhar uma espada larga enorme, depois ganhou uma espada especial do próprio Garr-bosh, e passou a usar um couro batido como vestes.
Obs 02.: sei que usei o nome “Rakunda” diversas vezes, sendo que poderia ter utilizado o pronome “ela”, mas não o fim justamente como referencia ao modo dela falar, Rakunda sempre fala na 3º pessoa, ou seja, ela sempre conversa falando o próprio nome, por isso escrevi sua história assim. VLWs…
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         Como não consegui achar na internet um desenho que a descrevesse legal irei fazer a moda antiga, apenas descreverei:
         Grande, pouco mais de 3 metros, forte, músculos torneados, seios fartos, a pele mais parece uma junção de musgo e fibras, alguns gomos enegrecidos espalhados pelo corpo servem de enfeite, um nariz grande, fino e torto para a esquerda, galhos e cipós crescem do topo da cabeça fazendo menção a cabelos, vestida dum couro batido, garras afiadas, um sorriso grande com presas afiadíssimas.
Espero que tenha sido palatável a descrição, a seguir sua ficha:

Rakunda, Troll guerreiro de 2º nível
PV: 124 (mais uma vez falando, no meu game os PVs são maximizados)
Iniciativa: +2
Deslocamento: 9m
CA: 19 (+3 couro batido, -1 tamanho, +2 Des, +5 natural)
Ataque Base/Agarrar: +6/+17
Ataque: CaC: Espada L. E. Dissonante +13(dano: 5d6+11)
Ataque total: CaC: Espada L. E. Dissonante +13/+8(dano: 5d6+11) e mordida +7(1d6+3), ou 2 garras +12 (1d6+7) e mordida +7 (1d6+3).
Espaço/alcance: 3m
Ataques especiais: dilacerar 2d6+10
Qualidades especiais: visão no escuro 27m, visão na penumbra, regeneração 5, faro
Testes de resistência: Fort +14, Ref +5, Von +4
Habilidades: For 25, Des 14, Con 25, Int 6, Sab 11, Car 11.
Pericias: Observar +6, Ouvir +6, Espada 3 graduações, intimidar +7
Talentos: Prontidão, Rastrear, Vontade de ferro, Ataque poderoso, Trespassar
ND: 7
Tesouro: Espada Larga Enorme +1, dissonante; 300 POs em gemas, Couro batido grande O.P.
Tendência: Neutro e Mau
Por enquanto é isto. fiquem alerta que hoje ainda tem mais, supostamente...

See Yaa